O Model Context Protocol (MCP) é um protocolo aberto, impulsionado inicialmente pela Anthropic, que define uma forma padronizada de ligar modelos de linguagem a fontes de dados e ferramentas externas. Em vez de programar integrações à medida para cada serviço, o MCP estabelece uma linguagem comum entre o modelo (cliente) e os recursos que pretende consultar ou manipular (servidores).
A sua importância reside na interoperabilidade: um mesmo servidor MCP pode ser utilizado com diferentes modelos ou aplicações, o que reduz a duplicação de esforços e facilita a manutenção. Um servidor MCP expõe habitualmente três tipos de capacidades:
- Recursos: dados que o modelo pode ler (ficheiros, registos, consultas).
- Ferramentas: ações que pode executar (enviar e-mails, consultar APIs).
- Prompts: modelos reutilizáveis para tarefas concretas.
Na prática, o MCP permite que um assistente aceda, por exemplo, a um repositório de código ou a uma base de dados corporativa sem acoplar essa lógica ao próprio modelo, melhorando a modularidade e a segurança da implementação.